Segunda-feira, 4 de Março de 2013

Quando Visitei A Minha Alma

Quando visitei a minha alma, pude perceber a vida por debaixo da vida.

Pude perceber que a vida não se limita a fragmentos da realidade,

mas sim a plenitude. Quando focalizei a minha atenção na intimidade

de cada coisa, estabeleci profunda perceção com a espontaneidade das

pessoas, dos eventos e dos factos. Desvendei a geografia interna das

repressões, das limitações e das ilusões e senti o pulsar das minhas veias,

que exprimem que aquilo que eu “sinto” vale mais do que aquilo que vejo ou ouço.

 

Quando visitei a minha alma, abracei o meu centro e distanciei-me dos medos, das perdas, das crises, dos traumas, e toquei muito além do abraço da essência de todas as criaturas do mundo, e senti a confiança em absolutamente tudo que me cercava. Vislumbrei a forma das “minhas sombras” e não as ignorei, nem as neguei. Ao contrário, pude discernir e aceitar a diversidade, o processo, o tempo e a natureza de cada ser.

Quando visitei a minha alma, descortinou-se o véu das imposições errôneas, das injustiças e das penitências a qual me submeti durante esta e outras vidas, nos porões da inconsciência e no submundo da minha própria ignorância. Fiz então uma verdadeira revolução nas atitudes medievais da incoerência e servidão que estavam enraizados na minha mente e que atravessavam o tempo. E por fim, ainda pude perceber que a fixação neurótica de factos do passado, estavam  a impedir o meu crescimento no presente e que somente através do auto-perdão, eu poderia retornar desta visita com a paz de espírito e a serenidade para ser eu mesmo, respeitar as diferenças e entender que nesta breve passagem, somos todos aprendizes.


 

 


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Publicado por Lay Teixeira Lay às 17:54
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