Domingo, 29 de Abril de 2007

O SENTIR DE UM SEM ABRIGO

 

 

 

 

              

Nothing

        Man

 

 

 

 

 

 

 

Sitting down by the fire

Warming up my hands

I’m cooking dinner

And I’m surrounded by cans

 

Boiled potatoes

Sardines from a can

Poorly fed

‘Cause I’m a humble man

 

I have no neighbors

I have no one

Live with myself

Though, I can’t run

 

Nothing

I’m a nothing man

Could have been something

But I’m a nothing man

 

I can’t recollect my youth

I won’t remember the days

I constantly drown my pain

In several common ways

 

Wonder off

On people empty paths

Trying to find some children

So I can hear again some happy laughs

 

But I scare you out

I’m repulsive to your eyes

I’m becoming “one” with the landscape

At least nature has no lies

 

I’m wasted away

Can’t remember why I ache

I’m a peace of human garbage

Unconcern and a fake

So, what am I doing here

Why am I taking space

Each day I carry my misery on

If I die, no one will remember,

‘cause I’m a man with no face’

 

Just wait for the hour

Will it be asleep, will it be awake

When will be the day!?

When will I meet fate!?

 

So I’ll wake up tomorrow

I’ll be drunk a little later

Unhealthy anesthetic

But won’t remember the bitter

 

Have no rationality

Have no race

I’m not included in time

Not even a dream I can embrace

 

I can’t weep

I won’t bleed in the outside

For all the grief within

The anger will build up inside

 

Nothing

I’m a nothingman

Should have been something

But I’m a cracked up man

 

O sentir de um Sem Abrigo

 

                                         2.Mar.98

                               MárcioCosta

Publicado por Lay Teixeira Lay às 00:15
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